Trajetória
Marilha Naccari, da primeira lembrança num set de filmagem, em 1989, à curadoria dos 30 anos do FAM.
Em destaque
Dos dois lados da mesa
Marilha Naccari conhece o percurso de um filme por diferentes pontos de vista: da avaliação de projetos em fundos públicos à curadoria de festivais e às negociações em mercados internacionais.
Linha do tempo
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1989
Primeira lembrança de um set de filmagem: Extra-Ser, no Largo da Alfândega, em Florianópolis.
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1995
Acompanha a filmagem de Ritinha, curta de Antonio Celso dos Santos sobre a cultura açoriana da Ilha.
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2002
Primeiro crédito no catálogo do FAM, como webdesigner.
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2005
Integra a equipe que cria o Pré-FAM, mostra itinerante que viria a ser o Circuito FAM de Cinema.
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2009
Assume a coordenação de mostras do 13º FAM, ano em que o festival chega à UFSC. Começam os 18 anos de curadoria.
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2010
Grupo de trabalho sobre direito autoral e direito do público no 8º Congresso Brasileiro de Cinema.
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2011
Curadoria de curtas latino-americanos no Curta Canoa (CE).
Convidada em Tiradentes e Gramado.
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2012
Produz em Florianópolis o programa Mercosul Audiovisual (RECAM/União Europeia), único sediado fora de uma capital.
Júri e curadoria no Caracas DOC (Venezuela); delegada no Rio Content Market; BAFICI.
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2013
Assume a presidência do Fórum dos Festivais (2013–2017).
Curadoria da temporada Contra Ponto do Curtadoc, SESCTV.
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2014
Assume a direção de programação do FAM e funda a Chancela Naccari.
Começa a lecionar no curso de Cinema da Unisul. Júri da Mostra Pernambuco de curtas no CinePE.
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2015
Torino Film Festival e Festival de Cinema Latino-Americano de Trieste (Itália).
Júri no Oberá en Cortos (Argentina).
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2016
Berlinale e European Film Market.
Comissão brasileira de indicação ao Prêmio Goya.
Mesa sobre festivais em Gramado, com Sundance, Havana e Punta del Este.
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2017
Diretoria do Congresso Brasileiro de Cinema (2017–2022).
Painel no 50º Festival de Brasília. Júri em Oberá en Cortos e na competição internacional de longas do Festival de Cine de Tucumán Gerardo Vallejo (Argentina), que premiou o chileno Mala Junta.
Primeira edição do Rally Universitário Floripa, no 21º FAM, com produção executiva de Marilha Naccari.
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2018
Participa da criação do elaSCine, coletivo de mulheres do audiovisual catarinense.
Produção executiva, com Tiago Santos, do curta experimental Fronteiras, realizado no Rally Universitário Floripa.
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2019
Presidência da Cinemateca Catarinense / ABD-SC (2019–2023).
Avaliadora do FDC, Proimágenes Colombia. Fundação da Red Industria Latina, em Santa Cruz de la Sierra (Bolívia). Ventana Sur.
Coeditora temática da Revista GEMInIS (UFSCar), edição especial com o 23º FAM sobre cocriação de conteúdo transmídia.
Júri do Finaliza Lab, o work in progress do Bolivia Lab.
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2020
Prêmio de Reconhecimento por Trajetória Cultural, Lei Aldir Blanc / FCC-SC.
Júri no FICViña (Chile); mesa sobre acessibilidade em festivais em Mar del Plata.
Avaliadora na seleção de projetos do Bolivia Lab.
Tutora no 100X100, o encontro de produção cinematográfica do 20º FENAVID (Bolívia).
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2021
Cofunda, na Panvision, a Ecovision, iniciativa de indicadores de sustentabilidade para o audiovisual latino-americano, onde passa a liderar pesquisa e desenvolvimento.
Modera o painel Brasil–Nigéria sobre colaboração na indústria audiovisual, realizado pelo FAM e pela Lycka Media com apoio do Consulado-Geral do Brasil em Lagos. Debate sobre festivais híbridos no GEMInIS/UFSCar.
O 48HFP Ibero Challenge, com Florianópolis entre as cidades, é vencido pela equipe brasileira Way of Club; A Fita Vermelha é exibido em Cannes.
Júri oficial do 13º Curta Canoa (CE).
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2022
Como diretora-geral da Cinemateca Catarinense, conduz o Qualifica SC Cine, maior programa de qualificação profissional do audiovisual catarinense.
Mesa Mulheres nos Festivais de Cinema, no Festival de Brasília (BIFF). CREA+PY, Paraguai.
Como city producer, realiza a primeira edição presencial do 48 Hour Film Project em Florianópolis.
Passa a atuar como consultora Ecovision dos projetos do ECM+LAB.
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2023
Assume a presidência da Associação Cultural Panvision (2023–2026).
Inicia o doutorado no EGC/UFSC. 9º Congresso Brasileiro de Cinema e Audiovisual, Brasília.
Na sua gestão, o FAM realiza pela primeira vez a Oficina de Audiovisual para Povos Originários, com Iván Molina (Quechua, Bolívia): realizadores de sete povos fazem um curta coletivo, exibido no encerramento.
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2024
Curadoria da exposição Verdejante, no MIS-SC.
Dirige, como diretora convidada, o episódio sobre o Mestre Zequinha na série O Som da Ilha: Época de Ouro (NDTV Record), com codireção de Alissa Azambuja.
A Panvision lança na Ventana Sur a calculadora de pegada de carbono da Ecovision. Ventana Sur. Congresso Internacional Universidad (Cuba).
Tutora do LINK, encontro de indústria documental do FIDBA.
Consultoria coletiva de projetos no ECM+LAB on-line, com Alejandra Marano e Gustavo Castro.
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2025
Três mesas no MAFIZ, Festival de Málaga: sustentabilidade global; colaboração e cocriação entre Europa, América Latina e Caribe; e cinema de identidades na América Latina, na Jornada de Cine de Identidades Indígenas.
Parceria Globo–Panvision para o selo Ecovision. ECM+LAB Santa Catarina. Ventana Sur. COP30, Belém.
Artigo com Maria José Baldessar sobre mediação e gestão do conhecimento para a sustentabilidade no audiovisual. Integra a equipe da UFSCar no Obitel Brasil.
Assina, pela Panvision, o acordo de cooperação com a TV BRICS para levar documentários latino-americanos à televisão internacional.
Consultoria em ESG, pela Chancela, da série Sem Roteiro.
Júri do concurso de fomento ao cinema boliviano, com Sergio Calero e Paulo Roberto de Carvalho.
No ECM+LAB Santa Catarina, em Lages, conduz uma oficina estruturante para a turma e a masterclass de encerramento, sobre sustentabilidade.
Júri do 6º Prêmio Cora no Mercado SAPI, em Goiânia. No São Paulo Audiovisual Hub, conduz a oficina Filmagens Verdes e é jurada de pitching com prêmio.
Palestrante convidada no Green Latam Lab, primeiro laboratório do TorinoFilmLab na América Latina, em Montevidéu.
Conduz uma roda de encontro com os realizadores selecionados para o FAM 2025.
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2026
30 anos do FAM. Júri no FICPunta (Uruguai).
Acordos com o INAP (Paraguai) e a IBEROFIC; mesa no Rio2C; grupo de trabalho do Ministério da Cultura sobre sustentabilidade na Lei Rouanet.
Troca é selecionado no SANFIC Industria e no #LINK / FIDBA.
Ministra curso de IA e sustentabilidade no desenvolvimento de projetos no CRIE Audiovisual, do Sebrae-SP.
Palestrante sobre sustentabilidade na Residência para Jovens Cineastas do Gramado Film Market, no Festival de Gramado.
Crachás
Credenciais guardadas ao longo dos anos, do primeiro FAM na equipe aos mercados internacionais.











